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Nota introdutória

O Plano Estratégico para a Diversificação Efectiva da Economia, Promoção de Emprego e Empoderamento Económico e Social dos Angolanos (PEDEEPEEESA) é um macro plano de índole social e económico, atinente a acelerar o processo de desenvolvimento económico do nosso país e devolver a dignidade social e económica aos angolanos.

Ele se apresenta estruturado nos seguintes micros planos de acção:

1. Plano Estratégico para o Fomento ao Empreendedorismo e Empoderamento Económico dos Cidadãos de Média-Baixa e Baixa Renda (PEFEEECIMBBRE);

2. Plano Estratégico para o Fomento e Financiamento ao Microempreendedorismo Jovem (PEFFMEJ);

3. Plano de Apoio Multifacetado aos Produtores e Comerciantes (PAMPROC).

O PEDEEPEEESA prevê um conjunto de políticas, estratégias, medidas e acções proficientes e inovadoras atinentes à consecução, no curto prazo, do desiderato de diversificação da economia, da auto-suficiência, independência e segurança alimentar, de combate ao desemprego, fome e pobreza, etc.

Em articulação com o Plano Emergencial de Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento (é o PEIUHAR que assegurará a consecução rápida e sustentável dos desígnios económicos e sociais preconizados no PEDEEPEEESA), o Plano Estratégico para a Diversificação Efectiva da Economia, Promoção de Emprego e Empoderamento Económico e Social dos Angolanos se propõe:

a) Assegurar a entrada em funcionamento, nos próximos dois anos e meio (dois anos e meio a contar da data em que o Plano Estratégico para o Fomento ao Empreendedorismo e Empoderamento Económico dos Cidadãos de Média-Baixa e Baixa Renda, PEFEEECIMBBRE, começaria, de facto, a ser implementado) de 140000 (cento e quarenta mil) novos empreendimentos produtivos[1] de cariz agrícola, pecuário, pesqueiro, agro-industrial, pecuário-industrial e pesqueiro-industrial, estas três últimas a serem implantadas nas proximidades dos empreendimentos agrícolas, pecuários e pesqueiros por erguer no âmbito do PEIUHAR, e cujo foco estaria voltado à produção de alimentos processados, designadamente à base de cereais, legumes, carne, pescado, etc;

b) Promover o empoderamento económico e financeiro dos funcionários públicos, membros das forças de defesa e segurança (isto é, dos efectivos das FAA, MININT, serviços de inteligência), pensionistas do INSS, ISS/FAA, CPS/MININT e CP/SINSE, funcionários públicos e trabalhadores em geral afectos ao funcionalismo público e privado, etc, por via da sua participação financeira num dos cerca de 140 000 empreendimentos agrícolas, pecuários, pesqueiros, agro-industriais, pecuário-industriais e pesqueiro-industriais a emergirem do processo de implementação do PEDEEPEEESF;

c) Assegurar a inserção (nos próximos três ou, quanto muito, quatro anos) no mercado de trabalho, de cerca de 2000000 (dois milhões) de cidadãos desempregados;

d) Assegurar, por via da realocação em aldeias agro-pecuárias (AAP) por erguer no âmbito do Plano Emergencial de Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento (PEIUHAR), de todas as famílias a viverem abaixo da linha de pobreza, com vista a sua inserção laboral e asseguramento sustentável do seu ganha-pão;

e) Promover o estabelecimento e a acomodação das zungueiras em mercados infraestruturados de proximidade;

f) Assegurar a inserção no mercado de trabalho do universo, ou seja, da totalidade, dos professores, médicos, enfermeiros, imagiologistas, analistas clínicos, etc, com idades compreendidas dos 18 aos 70 anos, que se encontrem na condição de desempregados ou subempregados;

Observação: como acontece em alguns países desenvolvidos e com maior esperança de vida, pessoas lúcidas e com vigor físico, que se encontrem sem uma fonte estável e previsível de renda, não deviam ser impedidas de dar a sua contribuição em prol da nova Angola que a partir do presente ano de 2025 começaremos a erguer, sob a direcção e mover do Espírito Santo, caso elas manifestem esse interesse.

Referimo-nos a muitos professores e professoras, médicos, enfermeiros, etc, que ainda podem emprestar o seu saber ao país, mas que por causa da idade cronológica foram “prematuramente” aposentados.

Antes de passarmos para o próximo tema gostariamos de perguntar ao caro irmão angolano ou irmã angolana que lê este artigo, se após ter lido o que está expresso na alínea d), não ficou com a sensação de que nós, portal Kissanguela, somo uns “fala-barato”?!…

Acreditamos nós que você, irmão angolano ou irmã angolana, não consegue deixar de pensar e dizer para si mesmo: “Por que estou a perder o meu tempo lendo estas besteiras? Estes gajos, certamente, não batem bem” ou, “Como podem eles dizer que todos os professores, médicos, enfermeiros, ex-militares, etc, desempregados, terão emprego e uma fonte de renda estável? Que fórmula é essa que eles descobriram que os “trutas” deste país – pessoas que estudaram nas melhores universidades do mundo – não foram capazes de encontrar?”…

Pois é, meu amigo e minha amiga, como diz, e muito bem, a Bíblia em 1 Coríntios 2:14-16, “o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido. Porque quem conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo“.

Um abraço a todos os angolanos cosofredores.

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[1] Empreendimentos produtivos de pequeno porte.

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