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Suprimento de água aos empreendimentos agrícolas, pecuários, pesqueiros, agro-alimentares e comerciais que nascerem do PEFEEECIMBBRE e PEFFMEJ

O suprimento de água às dezenas de milhares de empreendimentos agrícolas, pecuários, pesqueiros, agro-industriais e outros a nascerem do PEFEEECIMBBRE e PEFFMEJ, bem como às comunidades rurais a repovoar com um número substancial de famílias a retirar da periferia suburbana, far-se-ia, grosso modo, por via de sistemas convencionais de captação, adução, transporte e distribuição de água.

Contudo, em zonas predominantemente agrícolas, pecuárias e de pastoreio onde a captação, adução, transporte e distribuição de água por pressão (bombagem) não for, por enquanto, possível, recorrer-se-ia a soluções semelhantes àquelas que foram engenhadas para levar água do rio Cunene às comunidades rurais da província do Cunene (estamos a nos referir ao canal do Cafu), mas de implementação muito menos complexa, onerosa e demorada no que ao timing de implementação diz respeito.

Como lograr este feito?!… Empregando (além de equipamentos e engenheiros civis afectos ao Ministério das Obras Públicas, Urbanismo e Habitação) dezenas de milhares de efectivos, engenheiros e meios de engenharia militar (entenda-se das Forças Armadas Angolanas) nessa empreitada.

Com soluções de engenharia não muito sofisticadas e complexas, mas funcionais, podemos, sim senhora, construir dezenas ou centenas de canais de irrigação usando materiais locais (malhasol, areia, britas, cimento, água, etc, e, em última instância, lonas impermeabilizantes para reduzir drasticamente a infiltração de água e incrementar a durabilidade das referidas infraestruturas.

Este processo não tem como dar errado. Basta apenas que os nossos engenheiros civis e militares apliquem o que aprenderam, e a estrutura ferrosa e betão obedecer às normas técnicas exigidas neste tipo de obras.

O que estamos a querer demonstrar? Que:

1. Com a ciência e engenho dos nossos engenheiros civis e militares;

2. Com a mobilização e empregabilidade dos meios de engenharia civil e militar;

3. Com o envolvimento de dezenas de milhares de soldados afectos aos distintos comandos de região militar das FAA no processo de escavação manual [braçal] das valetas[1] de passagem da água a provir dos rios;

4. Com o apoio voluntarioso e consciencioso das populações das zonas por onde passariam as referidas infraestruturas hídricas;

5. Com a areia, brita, burgau, água e demais materiais encontrados ou produzidos localmente;

Levar água às dezenas de milhares de zonas agrícolas, pecuárias, pesqueiras, industriais e de pastoreio seria não só possível como também concretizável nos próximos cinco anos, mas, para que se possa lograr esse feito, um número significativo de efectivos das Forças Armadas Angolanas (FAA) deverá ser mobilizado e envolvido nessa desafiante “missão”.

 

Continua no próximo artigo…

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[1] Valas em “V”, cobertas com malhasol e pavimentadas com concreto (realizar esta empreitada numa perspectiva de improvisação [mas sem abdicar da ciência] não precisa de chineses, portugueses ou brasileiros. Os nossos engenheiros civis e militares podem fazer isso).

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